SEMEAR DIVERSIDADE

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Mães e Pais que são LGBTI

Aqui são os papos das mamães, dos papais, das pães e dos mais sobre seus picurruchos e adoráveis pimpolhos, e encontros
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Sou mãe de LGBTI e agora?

Primeiro, CALMA ! Você não está só. Estamos aqui para ajudar. Vamos conversar...
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Sou T ou nem sei...

Ainda se descobrindo e não se identifica com nada ? Nem quer se definir ? Não binárie, gênero fluído ? Achou seu lugar !
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Posts Mais Recentes
  • mouraal2017
    25 de Ago de 2017

    Você já deve ter ouvido falar, ou até conhece pessoalmente, alguém que adotou uma criança, né mesmo? Até ai vemos a adoção como algo revolucionário, que é algo feito por pessoas de coração extremamente grande e que querem constituir família, dentre outros motivos que nos levam a olhar estas pessoas de uma forma diferente! Segundo a lei de adoção, não há (inacreditável isso, eu sei!) distinção entre casais heteroafetivos e casais homoafetivos. Chamamos isso de IGUALDADE! Ou seja, perante a LEI eu e minha esposa temos o mesmo mérito em adotar quanto os meus vizinhos que também são casados e vivem uma relação heteroafetiva. Muitos casais homoafetivos, têm buscado o direito de adoção, abrem processo como futuros adotantes CONJUNTOS. O que a maioria que lê esse texto não sabe é que, quando esse processo chega nos “finalmentes”, é barrado pelo juiz. Acaba-se aí a IGUALDADE perante a lei, entra as experiências de quem está lá julgando o processo, entra a moral (que sabemos muito bem que o que pode ser moral pra uma pessoa, pode não ser moral pra outra); temos um juiz (ou juíza) que possui uma carga de conhecimento, e é essa bagagem (que está envolta também em pré-conceitos) que vai influenciar na sua decisão. Em casos de adoção por casais heteroafetivos, esse processo é mais rapidamente julgado e APROVADO sem muita burocracia. Vivemos sim numa sociedade regida, infelizmente, pela chamada HETERONORMATIVIDADE, sendo que, o que sair fora dela, é dado como errado, imoral, sujo, mal visto pelos olhos do resto da sociedade que não participa daquela vida que está sendo ali julgada. E onde entra a EQUIDADE nessa história? Bem, não entra!! Isso mesmo, não entra! Ainda buscamos essa equidade, que nada mais é que buscar meios pra quebrar tabus, desconstruir a visão que o juiz/juíza tem, que a sociedade tem para comigo e minha parceira como sendo um casal CAPAZ em todos os âmbitos da vida, dizer que a bagagem dele/a nada mais é que pré-conceitos (na maioria das vezes, errôneos) sobre o tabu de se deixar adotar uma criança por um casal HOMOAFETIVO, e que temos todas as formas e capacidades possíveis de poder dar a ela uma base sólida pra que ela possa enfrentar os obstáculos da vida, tanto quanto casais heteroafetivos. A igualdade perante a lei, temos sim, na adoção e já em outros casos, mas, a equidade não temos. No caso da adoção, por exemplo, os meus vizinhos que estão numa relação heteronormativa cis não vão ter seu processo de adoção barrado quando eles forem recorrer aos seus direitos. Nós, casais LGBT não possuímos a equidade de termos um filho/as (filha/as) adotado/os de forma CONJUNTA. Se minha esposa e eu queremos adotar, teremos que negar (isso mesmo, NEGAR) um ao outro, temos que fechar os olhos, engolir a seco a falta de EQUIDADE, e preenchermos os papéis pra uma adoção de forma unilateral, ou seja, onde apenas um de nós (ou minha esposa ou eu) é quem irá assinar os papéis e participar do processo como um todo. Espero ter ajudado a desconstruir sua falácia de que LGBT’s buscam PRIVILÉGIOS. O que vocês chamam assim (privilégios), chamamos de desconstrução e EQUIDADE!
  • mouraal2017
    23 de Ago de 2017

    Ainda no século XX a ASSEXUALIDADE era vista como um distúrbio pela área médica psicológica. Foi a partir do século XXI que a FALTA DE DESEJO SEXUAL (assim definida a orientação sexual daqueles que se rotulam como assexuais) ganha novo significado e começa a ter visibilidade. A força para sair do closet (sair do armário) vem, em sua maioria, das uniões, grupos feitos em redes sociais, onde há milhares de pessoas que se identificam com essa orientação. Quando nos referimos às identidades de gênero (quaisquer que sejam elas) e às orientações sexuais, não somente englobamos os indivíduos que estão diretamente rotulados por elas (os LGBTI). De uma forma indireta pais, mães, tios, avós, enfim, familiares ligados ao indivíduo também sofrem com questões como preconceitos, racismo, as fobias que somente serão desconstruídas através de um conhecimento maior sobre essa temática e com uma visibilidade maior dessas pessoas (tanto as que já saíram do closet como as que ainda estão nele). Respeito é universal, mas infelizmente, não é regra geral para que todos os indivíduos LGBT o ganhem. Com uma maior difusão e acesso ao conhecimento e estudos propostos, a ASSEXUALIDADE tem sido interpretada como parte dessa atual diversidade sexual dos seres humanos. São nesses grupos e nessas redes sociais e na rede mundial de computadores (sites e blogs em geral) que vemos e podemos promover debates, marcar encontros, rodas de articulações, formar grupos de militantes e ativistas entre os membros de outras partes do planeta. A acessibilidade tem impulsionado as pesquisas acadêmicas relacionadas ao tema e, consequentemente, ampliado a visibilidade dessas pessoas, dando-nos um leque de conhecimentos para uma desconstrução um pouco mais avançada (porém ainda a passos lentos) no que diz respeito aos pré conceitos que a sociedade ainda tem. Muito ainda há para se fazer e discutir. A militância trás visibilidade e não podemos parar com ela. E você, já propôs rodas de debates na sua comunidade, escola, faculdade? Não perca tempo e articule encontros para discussões relacionadas ao tema, assim estará contribuindo para a tão sonhada VISIBILIDADE E DESCONSTRUÇÃO DOS PRÉ CONCEITOS. O que você tem a dizer sobre esse tema? Fonte das Imagens: Google Imagens/assexuais
  • mouraal2017
    23 de Out de 2017

    Tenta imaginar o seguinte caso: uma pessoa lhe despreza, te humilha, chega a te rotular com as palavras mais pejorativas que você pode imaginar. Daí, um certo dia lá na frente, depois que o mundo já deu suas voltas (graças por isso), e essa pessoa, a mesma que fez e desfez de você, se vê numa sinuca de bico e só você quem pode ajudá-la a sair daquela situação. Imaginou? Então vamos à crônica de hoje! Durante meus quatro anos de curso (bacharel em ciências contábeis, e me perdoem por estar exaltando essa ciência, eu a amo mesmo!), passei muitos perrengues por lá. Num certo período, me mudei pra mesma cidade em que se situava a faculdade. Comecei a trabalhar em dois empregos (tipo o Julios, o pai do Cris, kkkkkk), pra tentar me manter lá, pagar aluguel, água, energia... enfim, aquelas coisas todas que universitário de classe baixa passa. Como eu não tinha grana pra comprar um fogão, eu pedi permissão pra almoçar de segunda a sexta feira na cozinha situada na escola agrícola, que funcionava no mesmo espaço da facul. Depois de um certo período que eu estava lá fiz amizades boas e ruins. As fofocas a meu respeito começaram. Até dou motivos, porquê sou uma pessoa que não passa desapercebido em lugar algum. Inventaram horrores comigo e com as outras meninas que trabalhavam lá. Confesso que passei por isso a minha vida inteira, mas, eu sempre ficava ruim, não por mim, mas, pelas meninas que também entravam naquela dança chata do “disse que me disse”. Bem, vou repetir: O MUNDO DÁ VOLTAS (GRAÇAS POR ISSO)! Hoje (06/08/2017) recolhi uns quinhentos livros, revistas, gibis pra biblioteca super precária daquela escola que tanto me desprezou. As mesmas pessoas que me chutaram da cozinha daquela escola, essas mesmas me viram chegar, durante todo o dia, com caixas e mais caixas de livros praqueles pequenos e pequenas que não tem culpa da transfobia daqueles adultos. Tenho raiva? Não! Tenho ódio? Também não! No decorrer dos meus trinta e quatro anos já passei por muita coisa, boas e ruins. Aprendi, desaprendi, construí e derrubei muita coisa aqui dentro ó, no peito e na mente. Tive a oportunidade de mostrar pra eles que não se deve nunca julgar o caráter de alguém por sua identidade de gênero ou sua orientação sexual. Isso me bastou. Chega um tempo na vida que a gente aprende que ninguém nos decepciona, nós que colocamos expectativa demais sobre as pessoas. Cada um é o que é e oferece aquilo que tem para oferecer. Tive a oportunidade de ser bom ou ruim para aquelas pessoas. Ofereci o que eu tive. R�

© 2016 POR ANA LODI

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